sábado, 24 de dezembro de 2011

A Árvore de Natal


A ÁRVORE DE NATAL

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.


 Pesquisa > http://www.suapesquisa.com/historiadonatal.htm





Origem do Natal e o significado da comemoração


Origem do Natal e o significado da comemoração

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. 

Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

Pesquisa> http://www.suapesquisa.com/historiadonatal.htm



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

SÉRIE: Reflexão


A RIQUEZA E O CONHECIMENTO
Deepak Chopra

Era uma vez, num reino distante, um jovem que entrou numa floresta e disse ao seu mestre espiritual: "Quero possuir riqueza ilimitada para poder ajudar o mundo. Por favor, conte-me, qual é o segredo para se gerar abundância?"

O mestre espiritual respondeu: "Existem duas deusas que moram no coração dos seres humanos. Todos são profundamente apaixonados por essas entidades supremas. Mas elas estão envoltas num segredo que precisa ser revelado, e eu lhe contarei qual é." Com um sorriso, ele prosseguiu:

LAKSHIMI

"Embora você ame as duas deusas, deve dedicar maior atenção a uma delas, a deusa do Conhecimento, cujo nome é Sarasvati. Persiga-a, ame-a, dedique-se a ela. A outra deusa, chamada Lakshmi, é a da Riqueza. Quando você dá mais atenção a Sarasvati, Lakshmi, extremamente enciumada, faz de tudo para receber o seu afeto.

SARAVASTI

Assim, quanto mais você busca a deusa do Conhecimento, mais a deusa da Riqueza quer se entregar a você. Ela o seguirá para onde for e jamais o abandonará. E a riqueza que você deseja será sua para sempre."

Existe poder no conhecimento, no desejo e no espírito. E esse poder que habita em você é a chave para a criação da prosperidade.

Do livro: CRIANDO PROSPERIDADE

Pesquisa do Texto:

http://www.dejovu.com/mensagens/ver/?3030

Pesquisa das Imagens:

http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com/2010/06/deepak-chopra.html

http://www.ekadantayoga.com.br/navaratri-as-nove-noites-das-tres-devis.html



domingo, 24 de outubro de 2010

Série: Reflexões

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.

Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.

Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.

Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida. .. Isto é um princípio da natureza.

Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.

Solidão é muito mais do que isto.

Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma....

Francisco Buarque de Holanda


terça-feira, 20 de julho de 2010

Série > Cantares de Salomão - cap 1


Cantares de Salomão - cap. 1

Cantares de Salomão 1:1
O cântico dos cânticos, que é de Salomão.

Cantares de Salomão 1:2
Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho.

Cantares de Salomão 1:3
Suave é o cheiro dos teus perfumes; como perfume derramado é o teu nome; por isso as donzelas te amam.

Cantares de Salomão 1:4
Leva-me tu; correremos após ti. O rei me introduziu nas suas recâmaras; em ti nos alegraremos e nos regozijaremos; faremos menção do teu amor mais do que do vinho; com razão te amam.

Cantares de Salomão 1:5
Eu sou morena, mas formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão.

Cantares de Salomão 1:6
Não repareis em eu ser morena, porque o sol crestou-me a tez; os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a minha vinha, porém, não guardei.

Cantares de Salomão 1:7
Dize-me, ó tu, a quem ama a minha alma: Onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes deitar pelo meio-dia; pois, por que razão seria eu como a que anda errante pelos rebanhos de teus companheiros?

Cantares de Salomão 1:8
Se não o sabes, ó tu, a mais formosa entre as mulheres, vai seguindo as pisadas das ovelhas, e apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores.

Cantares de Salomão 1:9
A uma égua dos carros de Faraó eu te comparo, ó amada minha.

Cantares de Salomão 1:10
Formosas são as tuas faces entre as tuas tranças, e formoso o teu pescoço com os colares.

Cantares de Salomão 1:11
Nós te faremos umas tranças de ouro, marchetadas de pontinhos de prata.

Cantares de Salomão 1:12
Enquanto o rei se assentava à sua mesa, dava o meu nardo o seu cheiro.

Cantares de Salomão 1:13
O meu amado é para mim como um saquitel de mirra, que repousa entre os meus seios.

Cantares de Salomão 1:14
O meu amado é para mim como um ramalhete de hena nas vinhas de En-Gedi.

Cantares de Salomão 1:15
Eis que és formosa, ó amada minha, eis que és formosa; os teus olhos são como pombas.

Cantares de Salomão 1:16
Eis que és formoso, ó amado meu, como amável és também; o nosso leito é viçoso.

Cantares de Salomão 1:17
As traves da nossa casa são de cedro, e os caibros de cipreste.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Série > Escritores Prediletos > Machado de Assis


BONS AMIGOS

Machado de Assis

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!



quarta-feira, 5 de maio de 2010

Série: Poetas Prediletos > Mario Quintana


ESPERANÇA
Mário Quintana

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:

— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...